"Ler é saber. O primeiro resultado da leitura é o aumento de conhecimento geral ou específico. Ler é trocar. Ler não é só receber. Ler é comparar as experiências próprias com as narradas pelo escritor, comparar o próprio ponto de vista com o dele, recriando ideias e revendo conceitos. Ler é dialogar. Quando lemos, estabelecemos um diálogo com a obra, compreendendo intenções do autor. Somos levados a fazer perguntas e procurar respostas", diz a articulista Rita Foelker. De fato, ler é uma extensão de tudo, um subir na vida em todos os quesitos e ambientes. Uma escala, cujo ponto final é mera metáfora. Ler, porque a vida não basta, talvez dissesse Ferreira Gullar. Ler, porque a vida é a maior de todas as histórias.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Leitura em família
Os exemplos são poderosos. Em família de pai e mãe leitores, os filhos certamente se tornarão apaixonados pelos livros. Já pais que não leem... Mas isso muitas vezes não é questão de escolha, como sabemos. Se todos tivessem a oportunidade de ver a transformação que a leitura provoca em nossas vidas, é muito provável que fariam de tudo para estar ao lado da literatura. O caso é que ler com os filhos faz mais do que leitores mirins. Exemplos assim semeiam pessoas diferentes, em muitos aspectos. Conhecer mais do mundo é conhecer a si mesmo. É saber que há caminhos, escolhas e portas por onde entrar. É trocar afeto, esperança, generosidade, sentimentos. Quem lê está mais perto do amor, da coragem, da ousadia, da compreensão, de um olhar mais, muito mais humano.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Ler é chique?
Mas o que é chique, afinal? Nos dicionários: de bom gosto, elegante, bonito. Exatamente como a imagem de uma pessoa lendo um livro. Exatamente como essa imagem de um par de cadeiras, um par de pernas, um par de olhos e um... livro. Até entre os adolescentes surgiu um papo assim: ler é cult, é chique, é estar na moda. Ler, na verdade, nunca deveria ser moda, mas prazerosos momentos de nossas vidas. Um ato de cidadania, para si e para os outros, para o mundo ao nosso redor. Quem lê, sabemos, cuida melhor de si próprio, sabe melhor o que é bom para sua comunidade, conhece a fundo o mundo onde pisa. Ler, essa fotografia sombreada, como um quadro em exposição, é a moldura da vida, ou deveria ser. Porque no fundo de toda leitura há uma imensidão de luz que trabalha a nosso favor. E, assim como para os fotógrafos, mesmo que não queiramos a luz, precisamos dela para realizar e eternizar nossos melhores momentos.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
05 de Junho - Dia Mundial do Meio Ambiente
Contação de História com Sônia Pinheiro, Incentivo à Leitura (SIBI).
Participação dos alunos do 1 ano A, B e 3 ano B.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Acessibilidade e Inclusão de Pessoas com Deficiência em Bibliotecas Públicas
O prefeito Oswaldo Barba abriu na manhã desta quarta-feira (13), no auditório Bento Prado Júnior, no Paço Municipal, o Circuito de Oficinas “Acessibilidade e Inclusão de Pessoas com Deficiência em Bibliotecas Públicas”.
A abertura do evento contou ainda com a presença do vice-prefeito Emerson Leal, da secretária municipal de Educação, Lourdes Moraes, e da diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBI), Claudete Cury Sacomano.
O Circuito de Oficinas é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura, que é uma Organização Social de Cultura, engajada em ações relacionadas à propagação do hábito e gosto pela leitura em todos os segmentos da população.
Durante o mês de junho o Circuito de Oficinas acontece nas cidades de São Paulo, Sumaré, Bauru, São Carlos, Rifaina, Itapeva, Ourinhos, Presidente Prudente, Penápolis, São José do Rio Preto, Cajati e Guaratinguetá.
Neste Circuito, que tem como objetivo a inclusão de novos grupos sociais no universo dos leitores fluentes e críticos, acontece uma série de capacitações temáticas abordadas por especialistas e que integra o quadro de metas e ações empreendidas pelo Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo.
Participaram do evento os bibliotecários, técnicos, auxiliares de biblioteca, estudantes e profissionais interessados no tema das cidades de São Carlos, Araraquara, Porto Ferreira, Campinas, Ibaté e Vargem Grande do Sul.
A oficina foi coordenada pela facilitadora Renata Andrade, que é bacharel em Filosofia pela PUC-MG, qualificada em Orientação e Mobilidade para Atendimento à Pessoa com Deficiência Visual e pós-graduada em Tecnologia Assistiva aplicada à inclusão da Pessoa com Deficiência (PcD) pela Fundação Don Carlo Gnocci de Madrid e há doze anos atua como pesquisadora e consultora em acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência.
Na programação da Oficina, que durou o dia todo, houve reflexão sobre os conceitos de inclusão, acessibilidade e desenho universal, características de uma biblioteca inclusiva, o papel da biblioteca no processo de inclusão da pessoa com deficiência, características de uma biblioteca inclusiva, e um Workshop “Biblioteca Acessível para Todos – diretrizes para a plena participação da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida” tratando de edifício e equipamentos, ajudas técnicas e apoio pessoal, acervo, bibliografia, material, e serviços bibliotecários.
O prefeito Oswaldo Barba agradeceu a parceria com o Governo do Estado para a realização da Oficina, ressaltando a importância do conjunto de ações voltadas à acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência.
De acordo com ele, a Prefeitura desenvolve políticas públicas que promovem a acessibilidade, inclusive na área de bibliotecas, destacando a criação do Espaço Braille, que é uma biblioteca pública municipal especializada, e faz parte do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBI) e tem por objetivo favorecer a inclusão social e digital das pessoas com deficiência visual garantindo acesso à informação e o uso de novas tecnologias.
“A Prefeitura tem trabalhado no sentido de melhorar as condições das pessoas com deficiência no município. São vários os projetos que nós desenvolvemos, em alguns casos em parceria com entidades como o Sesc, Sesi e UFSCar, nas áreas de educação, esportes, assistência social, entre outras, tudo com o objetivo de incluir socialmente essas pessoas”, declarou o prefeito.
Entre os projetos que a Prefeitura desenvolve nesta área estão: a retirada de barreiras arquitetônicas em prédios públicos, a adaptação e construção de rampas de acessibilidade, o ensino de braile e de língua brasileira de sinais, entre outros.
“A realização desta Oficina é muito importante, pois com palestras, workshop e a troca de experiências, os profissionais desta área podem aprimorar seus conhecimentos e isso resulta em melhor atendimento das pessoas com deficiência”, concluiu Barba.
Fotos: Carlinhos Oliveira/PMSC
A abertura do evento contou ainda com a presença do vice-prefeito Emerson Leal, da secretária municipal de Educação, Lourdes Moraes, e da diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBI), Claudete Cury Sacomano.
O Circuito de Oficinas é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura, que é uma Organização Social de Cultura, engajada em ações relacionadas à propagação do hábito e gosto pela leitura em todos os segmentos da população.
Durante o mês de junho o Circuito de Oficinas acontece nas cidades de São Paulo, Sumaré, Bauru, São Carlos, Rifaina, Itapeva, Ourinhos, Presidente Prudente, Penápolis, São José do Rio Preto, Cajati e Guaratinguetá.
Neste Circuito, que tem como objetivo a inclusão de novos grupos sociais no universo dos leitores fluentes e críticos, acontece uma série de capacitações temáticas abordadas por especialistas e que integra o quadro de metas e ações empreendidas pelo Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo.
Participaram do evento os bibliotecários, técnicos, auxiliares de biblioteca, estudantes e profissionais interessados no tema das cidades de São Carlos, Araraquara, Porto Ferreira, Campinas, Ibaté e Vargem Grande do Sul.
A oficina foi coordenada pela facilitadora Renata Andrade, que é bacharel em Filosofia pela PUC-MG, qualificada em Orientação e Mobilidade para Atendimento à Pessoa com Deficiência Visual e pós-graduada em Tecnologia Assistiva aplicada à inclusão da Pessoa com Deficiência (PcD) pela Fundação Don Carlo Gnocci de Madrid e há doze anos atua como pesquisadora e consultora em acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência.
Na programação da Oficina, que durou o dia todo, houve reflexão sobre os conceitos de inclusão, acessibilidade e desenho universal, características de uma biblioteca inclusiva, o papel da biblioteca no processo de inclusão da pessoa com deficiência, características de uma biblioteca inclusiva, e um Workshop “Biblioteca Acessível para Todos – diretrizes para a plena participação da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida” tratando de edifício e equipamentos, ajudas técnicas e apoio pessoal, acervo, bibliografia, material, e serviços bibliotecários.
O prefeito Oswaldo Barba agradeceu a parceria com o Governo do Estado para a realização da Oficina, ressaltando a importância do conjunto de ações voltadas à acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência.
De acordo com ele, a Prefeitura desenvolve políticas públicas que promovem a acessibilidade, inclusive na área de bibliotecas, destacando a criação do Espaço Braille, que é uma biblioteca pública municipal especializada, e faz parte do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBI) e tem por objetivo favorecer a inclusão social e digital das pessoas com deficiência visual garantindo acesso à informação e o uso de novas tecnologias.
“A Prefeitura tem trabalhado no sentido de melhorar as condições das pessoas com deficiência no município. São vários os projetos que nós desenvolvemos, em alguns casos em parceria com entidades como o Sesc, Sesi e UFSCar, nas áreas de educação, esportes, assistência social, entre outras, tudo com o objetivo de incluir socialmente essas pessoas”, declarou o prefeito.
Entre os projetos que a Prefeitura desenvolve nesta área estão: a retirada de barreiras arquitetônicas em prédios públicos, a adaptação e construção de rampas de acessibilidade, o ensino de braile e de língua brasileira de sinais, entre outros.
“A realização desta Oficina é muito importante, pois com palestras, workshop e a troca de experiências, os profissionais desta área podem aprimorar seus conhecimentos e isso resulta em melhor atendimento das pessoas com deficiência”, concluiu Barba.
Fotos: Carlinhos Oliveira/PMSC
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